Participou como integrante do JOELHO DE PORCO, de vários programas de rádio e televisão, dentre os quais, "Perdidos na Noite". Na televisão, Próspero, ainda como baterista, juntamente com o guitarrista Egídio Conde e outros músicos, participaram de uma cena acompanhando o cantor "Gilbert" na extinta TV Tupi - SP. Este evento talvez tenha sido representativo de uma das primeiras telenovelas do País nos idos de 1960.
Ainda na televisão, Próspero (junto com os outros componentes do JOELHO DE PORCO ) participou como um dos apresentadores do programa "Vídeo Disco" (Abril Vídeo) veiculado, em 1983, pela TV Gazeta - SP.
Foi capa da revista STATUS, nº 136, de Novembro de1985, da Editora Três, como sósia de um famoso político da época (mais uma das idéias geniais de Tico Terpins), fotografado pelo saudoso David Zingg, então, seu companheiro no JOELHO DE PORCO ...
Fundou em 1974, a banda "Próspero e MONA" para fazer duas apresentações, sendo a primeira no festival "Rock Concerteza" nº "1", no Teatro Treze de Maio, em São Paulo, com a turma do "MONA" (Fábio, Pedro e Binoleto), cantando, tocando violão e fazendo dupla de baterias. Na segunda vez, a banda abriu o show do maestro Hermeto Paschoal, apresentando-se num concerto no Parque da Aclimação - SP. Estes dois eventos foram promovidos por Carlinhos Gouvêa.
Na mesma época, já então com a denominação de "Próspero e JOELHO DE PORCO ", os músicos Tico Terpins, Walter Baillot e Flávio Pimenta, convidados pelo Próspero, realizaram um concerto no Teatro Tuca - SP, no qual ele cantou, tocou violão, dançando sobre o amplificador, enquanto Waltão solava. Parte do repertório viria em seguida ser gravado no primeiro LP do JOELHO DE PORCO.
Após as saídas de Próspero da banda JOELHO DE PORCO e de Arnaldo Baptista da banda "Os Mutantes" (anos 70), ambos se uniram a Gerson Tatini, para inicialmente formarem um trio, que depois virou um quarteto. Depois de alguns ensaios, ficaram só as boas lembranças da Serra da Cantareira - SP (o Arnaldo às vezes esquecia-se das chaves e o trio entrava pela janela da cozinha da sua casa para fazer os ensaios da banda).
Em 1982, Próspero produziu um compacto simples para o cantor, compositor, tecladista e arranjador João Paulo de Almeida, "The 60´s", gravado no estúdio Vapor - SP e lançado pela gravadora Vôo Livre (distribuição: EMI-ODEON - SBC/SP), tendo também participado dos vocais do LP "Recomeçar" do mesmo artista (seu excelente e fiel amigo), gravado nos estúdios da gravadora Som Livre - RJ e lançado pela mesma.
Como convidado Próspero participou do primeiro disco do grupo "MAGAZINE" (Warner, 1983) , fazendo "backing vocal" na música "Adivinhão".
Também participou como convidado em outras bandas como a "HOT ROCK" , junto com o seu ídolo e amigo Bogô, guitarrista da banda da Jovem Guarda, a "Beatniks" e outros músicos, em especial, o seu então companheiro do JOELHO (fase/Tico Terpins), o contrabaixista Rodolfo Ayres Braga, a quem Albanese ressalta o mérito pela então descoberta do guitarrista também do Joelho, o iluminado e inesquecível Waltão (Baillot), no Festival de Rock do Teatro Tuca - SP, então promovido por Carlinhos Gouvêa em 15/05/1972 e outra (sem nome) com o alegre guitarrista e violinista Egídio Conde (também ex-"JOELHO"), atualmente proprietário de um dos mais renomados estúdios móveis de gravação do País; banda essa da qual Tico Terpins (ainda antes do seu ingresso triunfal no "JOELHO"), participou como baixista de um único ensaio na adega do apartamento do pai do Próspero (nota: o Tico, na época, trouxe flores para desculpar-se pelo atraso de 24 horas no primeiro ensaio...).
Próspero também foi convidado para o teste como um dos cantores da banda "GANG 90" , no qual foi reprovado (a exemplo do seu fracassado teste como ator para uma telenovela de uma grande emissora de televisão e de rádio).
Como solista e corista, gravou "jingles" veiculados em rádio (como os da 89FM: - SP e da Rádio Cidade - SP, estes de autoria do João Paulo e vários outros para a revista "POP", 1977) e em televisão, merecendo especial destaque uma grande campanha publicitária envolvendo uma das mais conhecidas marcas de fast-food do mundo.
Também foi solista da música-tema do espetáculo teatral "Numa nice" (RJ), de autoria do Zé Rodrix (anos oitenta).